Quem Somos

Por volta do ano de 2007, um grupo de amigos paulistanos gastou três horas de suas jovens vidas tentando concluir se o Atlético-MG deveria ser considerado um ‘time grande’. A discussão fervorosa contou com argumentos históricos de veracidade duvidosa e provocações pouco sutis relativas à grandeza das equipes apoiadas por cada participante da discussão.

Em 2013, parte deste grupo se reúne para trazer o ‘comentário moleque’ e a ‘argumentação arte’ de volta às mesas redondas de futebol!

Em nossos programas quinzenais trataremos dos assuntos mais polêmicos do futebol e do desporto em geral, com a galhardia e a imprecisão que uma conversa de bar sobre futebol merece. Tudo em busca da resposta definitiva para a pergunta original: seria o Atlético-MG um time grande?

O onze de oito do ‘Segue o Jogo’

Paulo – Campeão da Taça Guaraná Espumante de 1922, Presidente honorário do fã-clube do bigode de Oberdan Cattani, Campeão Paulista Juvenil de Escravos de Jó de 1996. Nas horas vagas, zagueiro violento e desleal e centro-avante goleador inspirado em Sergio Gioino. Representante da Série B e das viúvas do Mancuso no Podcast. Twitter: @xistobetuminoso

Netz – Alvinegro de voz aveludada, aprendeu a admirar os volantes da equipe do Bom Retiro nos tempos de Ezequiel. Antigo terceiro secretário do fã-clube de Gilmar Fubá, ainda considera Paulo Nunes a maior contratação da história do Corinthians. Nas horas vagas, tenta repetir os feitos de Juninho Fonseca no Elifoot II. Twitter: @tnetz

Adriano – O primeiro tricolor do Morumbi a chamar Bosco de mito. Defende ainda hoje que Wilson, Paulão e Nem sejam a base da zaga da seleção canarinho na Copa de 2014. Nas horas vagas, busca inspiração na passagem de Reasco pelo São Paulo, buscando constância em suas participações no Departamento Médico.

Guilherme – Campeão do Módulo Amarelo do Paulista de 1991. Defensor da volta de Macedo ao Morumbi, agora com autorização para usar apliques no cabelo. Apóia a aplicação da teoria do domínio do fato para punir Cocito até o fim dos tempos. Twitter: @drpimpolho

Filipe – Amante da Física, mas não do fisiculturismo, é mais um alvinegro que estava no Morumbi em 2000 e até hoje não sabe o que comemorou quando o juiz apitou após o chute de Fábio Luciano contra o Raja Casablanca. As maiores exibições que já viu em campo foram as de Preud’homme na Copa Parmalat e a de Augusto, no Corinthians x Palmeiras de 12 de setembro de 1999.

Luís – A voz da sabedoria. O conciso comentarista de palavra fácil e opiniões sucintas. Palmeirense torcedor do Ceará que comemorou o título do Corinthians na Libertadores. Seu maior ídolo no futebol é Wayne Gretzky. Nas horas vagas, especialista em tentar reproduzir fintas do Fifa Soccer 98 na vida real, com taxa de sucesso próxima ao aproveitamento do América-RN na Série A de 2007. Twitter: @luisfelipebueno

Fabinho – Raro exemplar de alvinegro da Vila Belmiro com idade inferior ao número de gols de Pepe com a camisa do rival da Briosa. Fã incondicional da passagem de Rincón pelo Santos, refere-se a Neymar como ‘Filé-de-Borboleta’ e ainda espera pelo retorno de Alessandro Cambalhota, o Dom Sebastião da Baixada.

Saulo – Na prática, o maior teórico de esportes olímpicos do Brasil. Conhecido como o William Tell da Zona Sul, considera Rógerio Ceni um arqueiro inferior a Oliver Queen, o Arqueiro Verde, mas superior a Clint Barton, o Gavião Arqueiro. Twitter:@osolimpicos  Site:http://osolimpicos.wordpress.com/

O que você não vai encontrar por aqui…

Não somos jornalistas. Somos torcedores, apaixonados por futebol e, em alguns casos, por esportes em geral. Aqui você não vai encontrar as últimas notícias do seu time, as especulações do mercado de transferências, ou a análise do jogo da rodada passada. Para isso, recomendamos que busque os grandes portais e blogs especializados.

… e o que você vai encontrar por aqui

Nosso objetivo é trazer nos podcasts e em nossos textos análises do ponto de vista do torcedor sobre o que ocorre no futebol nacional e mundial, dentro e fora das quatro linhas. Isso inclui tentar desconstruir o discurso fácil repetido por alguns programas esportivos, demonstrando que o torcedor também pensa e também quer informação de qualidade.

Cornetar é preciso. Jogar não é preciso.

Saudações ludopédicas,

Equipe Segue o Jogo

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